Bate-papo com o Spin, lendária banda progressiva niteroiense dos anos setenta.

Ontem, acompanhado de meu amigo Marcelo Moura, deixei o aconchego do lar já perto das nove da noite para visitar pela segunda vez o estúdio do Kakao, um dos fundadores do grupo Spin. Banda toda presente, paramos para tomar umas geladas, comer uns beliscos e ouvir a última faixa do disco deles, que tem grandes chances de sair pela Rock Symphony. Essa aliás foi a tônica da reunião/bate-papo - discutir a possibilidade do disco ser editado (com todas as honras) pelo nosso selo.

Sim, porque, pra quem não sabe, o Spin foi uma banda que fez história nos anos setenta aqui em Niterói. Fizeram apresentações antológicas, entre elas três shows sold-out no Teatro da UFF com equipe de televisão na porta querendo saber que rebuliço era aquele, só pra dar um detalhe curioso de toda a história. O grupo teve uma segunda fase, já com outro nome (Contraponto), e, faz uns anos, voltou (como Spin mesmo) com força total e gás para ressuscitar e revigorar as incríveis composições setentistas e enfim lançar um merecido CD que é documento mas também testemunho de um grupo de músicos e som que continuam atuais.

Temos mais uma reunião acertada para a próxima terça-feira, pra ver questões de contrato mas acho que a sensação, tanto nossa quanto da banda, é de que essa nossa parceria vai dar samba (ou prog, se preferirem). Semana que vem posto mais novidades sobre o assunto.

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